23 dezembro 2009

Jogo da Familia Simoni será sábado

TEMPO NA CIDADE







O tradicional jogo da Família Simoni, hoje denominado Amigos do Caetano, será neste sábado às 16h00 no Estádio Municipal Carlos Costa Monteiro.


Esse jogo é uma tradição que a Família Simoni mantém há mais de 30 anos, nessa época de festa e confraternização, com a participação de familiares vindos de vários estados do Brasil e até do exterior, como é o caso de Caetano, récem chegado da Itália.


Caetano começou a carreira nas categorias de base do São Paulo F.C., passando por vários clubes brasileiros, como, Corinthians, Cruzeiro, Santos, Roma e Atlético Paranaense.


Em 2001 disputou o campeonato mundial pela Seleção Brasileira, categoria sub-17, jogando ao lado do goleiro Felipe, e de Diego, sendo o artilheiro do Brasil na competição com 04 gools, e o terceiro artilheiro do campeonato, conquistando a chuteira de bronze.


Trtansferindo-se para a Itália atuou na primeira temporada no Siena, pela Série A do Campeonato Italiano. Na segunda temporada ajudou o Crotone da Série C, a subir para a Série B, inclusive marcando o gool da classificação do seu time, jogando na casa do adversário, no histórico dia que ficou marcado na cidade, 26/06/2009.


Atualmente, Caetano está jogando no Frosinome, time da Série B do campeonato italiano, já marcou 04 gools, e o seu time está em 8º lugar


na classificação. Convidados ilustres que poderão participar desse evento: Paulo André, Doni, Artur, Marcos Frota e Milton Neves.


Dentre outros jogadores participantes desse jogo, poderemos destacar pelo time da Família, Mauro Gil, Caetano, Emerson, Antônio Calil, Tonho Simoni, Gordo e Tché.


Pelo time dos Amigos, Juninho, Anselmo, Luizinho, Brazão, Lucas e Chrís.




Fotos:Photos de: Makro

Caetano em ação, na Itália




15 dezembro 2009

Corredores de Rua brilham em Mococa

TEMPO NA CIDADE

O ano chega ao fim e para os corredores de rua é apenas o começo de mais uma temporada de competições, depois de participarem da Volta ao Cristo, Meia Maratona de São Paulo, Maratona de São Paulo, Meia Maratona do Rio de Janeiro, Corrida da Integração, Volta Internacional da Pampulha, a equipe de Guaxupé se prepara para a última prova de 2009.

Longe das discussões políticas, os corredores de Rua de Guaxupé treinam pelos canaviais, estradas vicinais, rodovias, Ruas e avenidas de nossa cidade e região e para manterem o ritmo de competição participam de provas por toda a região, corrida em Jacutinga, São João da Boa Vista, Sertãozinho, Ribeirão Preto,Guaranésia, Corrida da AMOG e Mococa.

No último final de semana Sidney Vieira e José Aureliano foram até Mococa e Zezão depois de recuperar-se de uma forte gripe subiu ao pódio na sua categoria (faixa etária), ficando na segunda posição.
Zezão - Segundo na faixa etaria

Na classificação geral Sidney Vieira ficou com o nono lugar e José Aureliano em vigésimo primeiro, pelo apoio que esse pessoal recebe está prá lá de ótimo.

Dia 31 de Dezembro contando com Expedito Reginaldo, Cleber Torres, Mazinho Felismino, Paulo Egidio, Regina Lima, José Aureliano, Sidney Vieira e Leandro Silva, a equipe corre pelas ruas e avenidas da capital paulista. A professora de Educação Física Viviane Silveira tem orientado alguns desses corredores, tudo trabalho voluntário. Além destes abnegados, também estarão correndo por Guaxupé o ortopedista Roberto Vergilli e seu garoto, e José Luiz Brazão, além de Mauro Martins.Alzemiro-Sidney-Zezãp


Class. Nome Class Categoria Tempo

09 Sidnei 5 20-34 15:34

21 Zezão 2 41-45 17:33

07 dezembro 2009

FINAL SEM TROFÉU: COISA E COISAS DO ESPORTE

TEMPO NA CIDADE


A TARDE DO ÚLTIMO SÁBADO TEVE NO GRAMADO DO ESTADIO MUNICIPAL A FINAL DO SEGUNDO TURNO DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTEBOL AMADOR.

SEGUNDO DADOS FORNECIDOS PELO SETOR DE INTERNAÇÃO DO HOSPITAL DA SANTA CASA LOCAL, O DIRETOR DA DIVISÃO MUNICIPAL DE ESPORTES DEU ENTRADA NAQUELE HOSPITAL COM UM QUADRO DE CÓLICAS ABDOMINAIS, DADO A ESSE FATO NÃO PODE O MESMO ESTAR PRESENTE NA FINAL DO SEGUNDO TURNO, UMA PESSOA SE APRESENTOU COMO REPRESENTANTE DO DIRETOR, SÓ QUE SE ESQUECEU DE QUE DEVERIA LEVAR OS TROFÉUS DE PREMIAÇÃO DA COMPETIÇÃO.


ESSE ESQUECIMENTO PROVOCOU AO FINAL DA PARTIDA UM CLIMA RUIM, POIS PESSOAS LIGADAS A DIREÇÃO DAS DUAS EQUIPES ENTENDERAM QUE ERA UM DESCASO PARA COM AS MESMAS QUE SE EMPENHARAM EM CAMPO E AO FINAL NÃO TIVERAM O COBIÇADO TROFÉU DE CAMPEÃO E NEM DE VICE.Giovaninho Dois Gols e vai para a final


O PLANEJAMENTO É UMA DAS COISAS FUNDAMENTAIS EM QUAISQUER ATIVIDADES DE NOSSAS VIDAS, IMPREVISTOS ACONTECEM, PORÉM NÃO PODEMOS FICAR REFENS DESTES.


A DIVISÃO DE ESPORTES JUSTIFA O INCIDENTE E DÁ COMO CAUSA A FALTA DE TEMPO HÁBIL PARA QUE OS TROFÉUS FOSSEM LEVADOS ATÉ AO ESTÁDIO.


NINGUÉM SABIA QUE O JOGO SERIA DECISIVO, NÃO OLHARAM A TABELA?

Palmeirinha F. C - Finalista

COMO PREVISTO NA TABELA, SÁBADO DIA 12 DEZEMBRO, SE NADA DE ANORMAL ACONTECER, SERÁ A PARTIDA FINAL DO CAMPEONATO, TOMARA QUE NINGUÉM SE ESQUEÇA DE PELO MENOS ABRIR O ESTÁDIO.



17 novembro 2009

Corrida Rústica Pássaro da Ilha

CONVITE


 


 

    Estaremos realizando em Guaranésia nos dias 21 e 22 novembro diversos eventos em comemoração ao dia da Consciência Negra, onde aconteceram shows, desfiles e outras atividades.

    O Departamento de Esporte e Lazer em parceria com o Departamento de Cultura e Turismo tem a honra de convidar o seu município para participar da I Corrida Rústica da Consciência Negra, peço-lhe que faça a inscrição de seus atletas antes da data do evento, a inscrição poderá ser feita no Departamento de Esporte e Lazer pelo telefone (35) 3555 3556 ou enviar por e-mail adr1torres@hotmail.com . As categorias são adulto masculino e feminino e máster masculino e feminino. A corrida acontecerá no dia 22/11 (próximo domingo) as 10:00 horas a largada, terá premiação de troféu para os três primeiros colocados de cada modalidade a distância a ser percorrida é de 7 km.

    Dados necessários para a inscrição:

  • Nome completo
  • Cidade do atleta
  • Data de nascimento


 

Atenciosamente,

Adriana O. Torres

Diretora Departamento de Esporte e Lazer

Prefeitura Municipal de Guaranésia


 

05 outubro 2009

A final do Primeiro Turno do Campeonato Municipal

TEMPO NA CIDADE


Depois de uma série de problemas internos, falta de dialogo por parte de mandatários que não conhecem a conjugação do verbo na terceira pessoa, que não sabem delegar funções e que tem acima de tudo medo de perder o que não lhes pertence. Depois de pedidos de suspensão de rodada por falta de segurança e que acabou por culminar com agressões, chegou ao fim o primeiro turno da competição. E desta vez presidente algum precisou de interlocutor para declarar aberto ou fechado qualquer que seja o jogo ou certame.

A partida começou movimentada e o time do Palmeirinha saiu na frente com o bom atacante Giovaninho Gomes, depois de duas defesas de Anderson, goleiro da Assoxupé, o comandante de ataque achou o caminho das redes abrindo o marcador, aos três minutos do primeiro tempo.

A alegria verde durou pouco, Parma Richardi estava no lugar certo para colocar a bola nas redes do goleiro Patrick igualando o placar, assim a partida se arrastou até ao final da etapa inicial, com as duas equipes se alternando no ataque, mais chegar novamente as redes era outra história.

No segundo tempo com o forte calor reinante, as equipes voltaram dispostas a mostrar que o caneco ficaria em boas mãos, já que o empenho dos jogadores era grande e quem ganhasse certamente seria por força da vontade de lutar e vencer.

A equipe do Palmeirinha dominava o setor pensante do jogo, mais as finalizações deixavam a torcida injuriada, ou acabavam nas mãos de Anderson ou iam para fora. Miguelzinho inconformado sabia que esses erros poderiam custar caro no final da partida e não é que o mandatário alvi verde tinha razão.

Com um número incontável de gols perdidos o castigo chegou, a Assoxupé que apenas se limitava a tocar a bola no meio de campo teve uma falta a seu favor na intermediária esquerda de ataque, Leandrão chamou para si a responsabilidade. O zagueiro aproveitou bem o erro na formação da barreira e com um chute forte colocou a bola ganhou no ângulo superior esquerdo de Patrick, gol da virada.

O resultado fez com que a equipe do Palmeirinha fosse mais a frente e a defensiva da Assoxupé se virava para segurar o marcador. Mas o grande pecado continuava sendo as finalizações.

Faltando menos de um minuto para o apito final, a bola foi levantada na área e Anderson saiu mal do gol, depois de três rebatidas da defesa, a sobra de bola ficou com Erivaldo, que não teve dúvidas mandou para as redes empatando a partida. A defensiva da Assoxupé reclamou um toque, se houve, foi involuntário, na visão de Simonal Donizete, árbitro do jogo.

Com a igualdade a decisão foi para as penalidades e coube ao jogador mais experiente da Assoxupé abrir a sequencia, mais Patrick fez uma defesa espetacular e deu ao Palmeirinha a vantagem nas penalidades.

Os gols foram acontecendo até que Anderson pegou uma bola, se redimindo da saída errada no final da partida, na sequencia a Assoxupé marcou e a equipe do Palmeirinha desperdiçou mais uma cobrança, colocando a mão na Taça de Vice Campeão.ASSOXUPE = Equipe Campeã

Na entrega dos troféus, quando recebeu o de Campeão, o capitão da Assoxupé Roy, lembrou de Dona Vina, uma batalhadoraRoy recebe do Prefeito, troféu de Campeão: Equipe Assoxupe
num esporte onde os homens se dizem os maiorais. Dona Vina, porém provou que para fazer futebol não é necessário ser homem, mais uma pessoa que se interessa pelas coisas da comunidade onde vive e entende que a atividade desportiva é um direito de todos.

Para o returno esperamos que pessoas ligadas a Assagre decidam o que vão fazer ao longo da competição, se vão apitar ou ser organizadores.

Não misturar as coisas e ter bom senso é muito importante no meio esportivo, e que o dindin não falte para pagar seguranças e policiamento, para que os árbitros possam exercer as suas atividades e que não temam em expulsar quem tem que ser excluído das partidas sem o temor de agressões.

30 agosto 2009

Empate em casa deixa Esportiva mais longe do Módulo II

TEMPO NA CIDADE


Depois de uma semana cheia de mudanças a equipe da S. Esportiva Guaxupé foi para o gramado do Carlos Costa para receber o Guarani de Pouso Alegre para fecharem o primeiro turno do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. Com uma torcida motivada pelas mudanças promovidas nos bastidores do time e uma benevolente ajuda na aquisição dos ingressos puderam aplaudir a apresentação da Banda Santa Bárbara da cidade de Guaranésia.

No campo de jogo o time teve a estréia de Leandro e Marquinhos que vieram junto com as alterações na comissão técnica e no advento de um grupo de ex-presidentes que emprestaram o seu prestígio e o apoio logístico para que o time tivesse um novo fôlego no certame.JOgo disputado

Tudo muito bom no papel, porém não combinaram nada com o time do Guarani de Pouso Alegre que tiveram problemas para chegar a Guaxupé por conta de defeito mecânico no veículo que os transportavam, nas proximidades da cidade de Alfenas, certamente que esse atraso acarretará uma multa ao time esmeraldino do vale .

Bola rolando e a torcida viu uma Esportiva mais motivada e atrevida em campo, porém o time verde de Pouso Alegre foi aos poucos igualando as coisas e o jogo se tornou igual com os dois goleiros trabalhando muito ao longo da etapa inicial. O sentimento de esperança era forte no coração da torcida Guaxupeana e dentro de campo os jogadores entendiam isso, no entanto o Guarani estava disposto a estragar a festa dos Tigres de Minas.Pantera- Concentrado

Depois de muito tentar a bola acabou por entrar depois que Pantera usou de seu vigor físico e venceu a defensiva pouso alegrense, mandou para as redes. Gol marcado, o comandante de ataque foi comemorar com o torcedor que se mostrou reservado e tímido na comemoração.
O gol trouxe uma tranquilidade para a conversa de intervalo com Marcos "Leiteria" Sayer que já havia promovido a primeira substituição na equipe ainda no final da etapa inicial, por opção tática, Hebinho entrou no lugar de Pará.

A volta do intervalo mostrou que o bugre do vale estava disposto a não segurar a lanterna na chave "A" do campeonato e coube a Eronaldo usar a cabeça para deixar o marcador igual aos sete minutos do tempo final.

O gol do Guarani mexeu com a torcida e com o treinador da Esportiva que já havia mexido no meio de campo tentando acertar o setor pensante e fazer com que a bola não fosse mais lançada da defesa ao taque impendido que a defesa tivesse tempo para respirar.

Felipe veio para o jogo e deu um pouco mais de velocidade e aproximação da peça encarregada de organizar as jogadas dos Tigres de Minas. Nestas alturas dos acontecimentos as pernas já não conseguiam realizar o que a cabeça pensava e a Esportiva era acuada em seu campo de defesa, até que Marquinhos escapou pelo meio de campo foi a ponta direita e de lá viu a penetração de Júlio Ferrari pelo meio da defesa desarrumada do Bugre. Júlio Ferrari recebeu a bola na cara de Sanderson, não teve dúvidas tocou de pé direito no canto baixo esquerdo do goleiro, fazendo assim o segundo gol da Esportiva.S. Esportiva Guaxupé

Vantagem no marcador e sufoco em campo, Marquinhos dava evidentes sinais de cansaço e não foi substituído nem deslocado para uma das pontas e acabou por fazer falta violenta em Diego e recebendo assim o cartão vermelho. Com dez homens em campo e um objetivo na mente, a Esportiva se fechou na defesa chamando de vez o Guarani, que aceitou o convite.

Esse posicionamento só fez crescer o time bugrino e aos trinta e sete minutos Diego achou o caminho do gol depois que Edmar levantou a bola do lado direito do ataque e o camisa sete sem a presença do lateral direito no segundo pau tocou para as redes, empatando o jogo e devolvendo a lanterna para a Esportiva.Guarani F. C.

Domingo, se não houver acordo a Esportiva joga às quatro horas da tarde em Poços de Caldas, frente a este mesmo Guarani pela abertura do returno, no estádio Ronaldo Junqueira.

Antes da partida alguns torcedores me questionaram a respeito da Pauta de Julgamento do TJD da Federação Mineiro, sobre a inclusão de um atleta pelo Tricordiano sem que houvesse a publicação do nome do mesmo no BID da CBF.

O que entendo é que se houver fundamento na denuncia e que isso passa à diretoria do Tricordiano um enorme atestado de desatenção, a equipe será penalizada com a perda de seis pontos, se o fator foi apenas em uma partida, mantendo o resultado da partida e mais uma multa a ser fixada pela Corte. Mais isso só será conhecido na madrugada da próxima quarta-feira.

Para uma equipe que precisava vencer, ficar preocupada com o resultado do julgamento de outros é no mínimo "INTERESSANTE". A equipe que precisava vencer e torcer contra os outros adversários agora espera um milagre para se classificar.

S. Esportiva Guaxupé

Carlinhos, Júlio Ferrari, Leandro, Juca Paulista e Júlio Cézar, Faguinho, Pará (Hebinho), Marquinhos e Carpegiane (Felipe), Douglas e Pantera (Lucas Lima).

Técnico Marcos "Leiteria" Saher

Guarani F C

Sanderson, Ricardo (Yudai), Tiago, Eronaldo e Paulinho, Rodrigo, Michel, Fabiano e Marcelo (Edmar), Diego e Marcelinho.

Técnico: Ricardo Costa

Cartões Amarelo: Faguinho e Douglas – Esportiva –

Cartão Vermelho: Marquinhos - Esportiva

Gols: Pantera (35-1º Esportiva), Eronaldo 7-2º Guarani, Julio Ferrari 17-2º Esportiva e Diego aos 37 – 2º

Público Pagante: 450 pessoas – Renda R$ 3.515,00

26 agosto 2009

Esportiva perde e Técnico é demitido

TEMPO NA CIDADE


Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: Esportiva perde mais uma.

A partida da manhã do último domingo (23-08), realizada no Estádio Elias Arbex, na cidade de Três Corações teve de um lado o líder do grupo "A", o Tricordiano com cinco pontos e de outro a equipe que segura a lanterna na chave "A", S. Esportiva Guaxupé, com apenas um ponto.

O jogo começou com a equipe da casa sendo surpreendida pelos comandados de Fernando Tonet, o time alvi verde pressionou sistematicamente ao Tricordiano que só conseguiu sair do sufoco depois do sexto minuto. A pressão alvi verde foi aos poucos sendo assimilada pelo líder da competição, porém a determinação da S. Esportiva Guaxupé fez com que o jogo ganhasse um significado todo especial, o alvi verde tentando impor e convencer a torcida guaxupeana de que o jogo passado fora apenas um infeliz tropeço. Se a intenção era mostrar garra, o plano deu certo.

Um verdadeiro lá e cá, com um jogo que se não tinha uma qualidade técnica de encher os olhos, era um banho de determinação por parte das duas equipes. O Atlético Tricordiano apertava e a Esportiva dava o troco imediatamente. A torcida alvi rubro tentava apoiar a sua equipe, pois via que o time sofria em campo frente a um adversário que não media esforços para chegar à área vermelha.

O Atlético Tricordiano pecava nas finalizações, por conta da ansiedade e quando acertava Carlinhos era o empecilho para derrubar o zero do placar.

Se a ansiedade atrapalhava o Atlético Tricordiano, a Esportiva pecava pela falta de companheirismo de seus jogadores, nas mais diversas oportunidades em que poderiam trocar passes e entrarem na grande área, a preferência foi em finalizar as jogadas de fora da grande área, com chute longo e facilitavam as coisas para a defensiva tricordiana.

Assim a igualdade ficou de bom tamanho na etapa inicial para as duas equipes.

Na volta do intervalo quem acabou sendo surpreendido foi a equipe alvi verde, que logo a minuto e meio de jogo viu Carlinhos ser decisivo para evitar o gol de abertura do placar. Isso assustou a peça de criação da Esportiva e nessa mesma linha de ação a equipe tricordiana foi fechando o cerco até que a defensiva alvi verde rebateu de forma equivocada uma bola levantada na grande área. O ala direito Ceará ficou com a sobra e bateu forte, Carlinhos deu troco, Fernando Torres errou o tempo de bola, Potita não perdeu esse tempo e finalmente mandou para as redes, para fazer o primeiro gol tricordiano no jogo. Isso aos seis minutos da etapa complementar.

De marcador avesso, a equipe da Esportiva foi aos poucos perdendo o meio de campo por conta da falta de pernas, para tentar se resguardar e não ser goleada novamente a peça criativa passou a jogar junto da zaga, deu certo até certo ponto.

Uma vez recuada, a peça de meio de campo deu espaços para que o Atlético tricordiano viesse para cima e empurrado pela torcida ditou o ritmo do jogo, com a defensiva alvi verde se limitando a rebater a bola, sem ter como criar coisa alguma. A primeira bola chutada de forma a levar perigo ao gol de Flávio Moranga só aconteceu aos dezenove minutos.

O tricordiano se assustou, coube a torcida levar novamente o time para o ataque. E mais uma vez a zaga alvi verde era colocada a prova, porém a qualidade nas finalizações por parte de Potita e Flávio Torres era equivocada e facilitavam as coisas para os companheiros de Fabão e Danilo.

O sistema de cobertura por parte dos homens de meio de campo dava sinais claros de que as pernas já não mais obedeciam e os espaços dos lados da zaga eram os setores que mais inspiravam cuidados, principalmente pelo lado esquerdo, onde Ceará aparecia como queria.

E dá-lhe bola levantada na área e rebote para o meio de campo, onde o tricordiano era soberano.

Bruno Espanhol que foi para o jogo não sanou o problema da ala esquerda e a composição de meio ainda era deficiente. A entrada de Pedrinho foi à opção de Fernando Tonet, o camisa 16 entrou com a incumbência de corrigir o posicionamento dos homens de meio de campo e jogar pelo lado esquerdo da defesa, passando Juca Paulista para quarta zaga e liberando Fabão para o meio campo.

A mexida engenhosa de Fernando Tonet não durou quinze minutos, na primeira disputa de bola Pedrinho tomou cartão amarelo, logo depois disputou mais uma bola e recebeu o segundo amarelo, que na soma viraram um cartão vermelho. Engenhosidade que foi jogada por terra.

As coisas estavam ficando complicadas para a Esportiva, que via um monologo futebolístico, onde a defensiva verde apenas rebatia e o Tricordiano com um poder de finalização que deixava a torcida "feliz" da vida. Aos trinta e quatro minutos da etapa final Everton usou bem o fator surpresa e da entrada da grande área, pelo lado direito da defesa verde, não teve dúvidas e soltou o pé direito, a bola descansou no canto baixo de Carlinhos, era o segundo gol do tricordiano que fazia por merecer.

A partida se arrastava, o Tricordiano tentava fazer o terceiro gol, a bola teimava em não ir às redes, a paciência de Anselmo Silva, acabou quando Potita chegou na cara de Carlinhos, bateu cruzado e forte, a torcida viu um gol em que a bola passou rente ao poste direito do goleiro esmeraldino e foi à linha de fundo. Resultado, Potita foi substituído, foi o terceiro gol que o atacante deixou de fazer, etapa final.

A torcida impaciente aumentou o apoio, mais também a cobrança, as entradas de Vinicius e Dudu deram mais um pouco de gás para o ataque tricordiano, para a Esportiva só tinha uma alternativa, rebater a bola com força para ver se alguém acertava o contra golpe e diminuir a desvantagem no marcador.

O gol de honra da Esportiva foi tentado a três minutos do apito final, porém a finalização ficou prejudicada e Flávio Moranga respirou aliviado junto com a torcida. O time desta feita vendeu caro a derrota, mais ainda falta alguma coisa para que o time que entra em campo seja o mesmo que termina a partida, há uma evidente perda de rendimento, seja por condicionamento físico seja por disposição tática dos jogadores. Precisa-se urgentemente ajeitar esse meio de campo para que a cobertura seja mais eficaz

A Esportiva pega agora a equipe do Guarani de Pouso Alegra no próximo domingo, no estádio Carlos Costa, às dez e meia da manhã.

Atlético Tricordiano

Flávio Moranga, Ceará, Adinaldo (Diogo), Eder Paulista e Luiz Fernando, Everton, Binho, Murrá (Vinicius) e Potita (Dudu), Rafael Silva e Flávio Torres.

Técnico: Anselmo Silva

S. Esportiva Guaxupé

Carlinhos, Faguinho, Danilo, Fabão e Julio Cesar (Bruno Espanhol), André (Paulinho), Juca Paulista, Júlio Ferrari e Douglas (Pedrinho), Carpegiane e Pantera

Técnico: Fernando Tonet

"Gols: "Potita aos 6" e Everton 34" 2º

Cartões Amarelos:

Everton e Binho (Atlético) André, Fabão e Bruno Espanhol (esportiva)

Cartão Vermelho: Pedrinho.

Público Pagante: 2.219 Renda R$ 17.545,00

Depois da derrota em Três Corações, o treinador Fernando Tonet foi dispensado na manhã de terça-feira pelo presidente Edson Fonseca. A demissão veio depois de um dia todo de reuniões com um grupo de ex-presidentes da Sociedade Esportiva Guaxupé e empresários guaxupeanos.

da Esq.p/Direita:Zé Tavares, J. Mattoso, Esdon Fonseca e Jarbinha Filho

Capitaneados por Jarbas Filho, esses empresários se solidarizaram com o presidente Edson Fonseca. Juntos no início da noite de terça-feira anunciaram à imprensa especializada que para começo de conversa quatro jogadores da cidade foram integrados ao grupo que compõem o time e terão uma árdua missão classificar a equipe para próxima fase da competição.

Os novos apoiadores conversaram ainda no final da tarde com o grupo de jogadores que decidiram ficar e não acompanhar o ex-treinador Fernando Tonet.

Para que isso aconteça os trabalhos de preparação técnica foram entregues para Marco Antonio Sayer de Castro,Marco Antonio Sayer de Castro - Leiteria-
o conhecido "Leiteria" e para a preparação física Emerson Ricciardi, o "Alemão".

Jarbas Filho, José Tavares, Ney Baiano e J. Mattoso, fizeram coro com o presidente Edson Fonseca e conclamaram os torcedores para apoiarem a equipe no próximo domingo frente ao Guarani de Pouso Alegre.

Somar doze pontos pelo menos e torcer contra os adversários diretos, Pouso Alegre que também esta de técnico novo e o próprio Tricordiano que agora tem o comando de Barra Mansa. Além desses adversários, a equipe precisa começar vencendo em casa ao time do Guarani e buscar esse mesmo objetivo em Poços de Caldas, no dia seis de setembro quando começará o returno enfrentando o mesmo Guarani.